Blogcitário - o seu blog de publicidade
Quem sou eu

Olá, meu nome é Caio Costa, estudante de publicidade do Instituto Baiano de Ensino Superior - IBES.
Estou fazendo este blog desde o dia 28/02/04 com o objetivo de deixá-los por dentro das principais novidades deste mundo que fascina muita gente. Espero que gostem, se divirtam,voltem sempre e divulgem para seus amigos!


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quinta-feira, 29 de julho de 2004

Publicitárias peladas

Vejam esta notícia: agora você tem um forte motivo para comprar a Playboy deste mês:
Publicitárias na Playboy

22/07/2004 - Origem: Vox News

A edição de 29 anos da Playboy terá alguns bons motivos para ser sucesso de venda ns agências de publicidade de todo Brasil. Primeiro porque traz um artigo assinado por Washington Olivetto. Entitulado “Quer namorar lindas mulheres quando adulto? Participe das reuniões de pauta da Playboy”, o texto relata a adolescência de Luciano Huck, que ia aos encontros levado pelas mãos do padrasto, Mario de Andrade.

A revista traz também uma entrevista com Jorge Kajuru, mas o melhor da festa fica por conta da tão fala session de fotos com publicitárias nuas. Vai que não tem alguma aí da sua agência?


enviado por Caio - às 20:30:03

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quarta-feira, 28 de julho de 2004

Anúncio premiado é suspeito de plágio

Um site grigo comentou que a idéia do anúncio da Age para o suco Camp foi "chupado" de um cartoon de uma revista sueca. Este anúncio foi premiado com Leão de Bronze em Cannes. Abaixo, as duas ilustrações para você ter a sua opinião.







Para mim, quem fez este anúncio plagiou a idéia do cartoon ou vice-versa, pois a idéia é rigorosamente a mesma, com exceção do ambiente e da bolsa presente no cartoon, é claro. E você, blonauta? O que acha? Deixe seu comentário logo abaixo.


enviado por Caio - às 09:28:16

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segunda-feira, 26 de julho de 2004

Confiança no produto

Ontem, assisti a atriz Carolina Dieckmann no Faustão.A princípio, achava que era para falar sobre a novela e quem sabe o gordo fazer uma "surpresa" para ela com um arquivo confidencial, que aliás, é horrível.

Voltando ao assunto, depois de falar da novela, Faustão começou a puxar o assunto sobre o Sensodyne, creme dental do qual Carol (olha a intimidade) é garota-propaganda. Ela comentou que só faz propaganda de produtos da sua confiança, que sejam bons mesmo. Depois, rodou o comercial.

Achei interessante este comentário da atriz, pois ela fez o seu próprio "comercial" para as agências e anunciantes, apresentando-se como uma garota-propaganda que inspira confiança e que fala somente a verdade nos comerciais em que participa, tornando-se assim, uma legítima autoridade no assunto.

Obs: No site Os universitários tem uma matéria escrita por mim denominada "A violência na publicidade".


enviado por Caio - às 16:29:47

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sábado, 24 de julho de 2004

Análise cartaziana - Jogo de Sedução

Nesta semana fui assistir ao filme Jogo de Sedução. Confesso que o que mais me atraiu foi o título e a propaganda que passou na tv, mostrando uma cena mais picante.



Vendo o cartaz, deu para perceber que o filme se tratava de um triângulo amoroso, pois o corno no fundo evidencia esta situação. Como eu disse, achava que seria um filme cheio de clichês sobre traição. Mas tive uma agradável surpresa. O filme brinca com assuntos delicados, como o suicídio, coisa que alguém em sã consciência não teria coragem de fazer piada, mas o diretor fez.

Outro fato que me fez interessar pelo filme foi a presença de Gael Bernau, que fez uma bela atuação em Diários de Motocicleta. Aqui, ele prova que é um ator que realmente veio para ficar. Eu recomendo que assistam ao filem, pois o seu enredo é muito interessante.


enviado por Caio - às 14:20:26

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quinta-feira, 22 de julho de 2004

Eu quero ser grande

O início de uma pequena empresa é sempre difícil: não dá lucro e é preciso trabalhar muito para que as finanças sejam equilibradas. Por isso, na hora de divulgar a empresa, muitas optam por mídias alternativas, como por exemplo, as rádios comunitárias. Pela situação em que se encontram, essa é a melhor solução para elas, pois atingem um público menor, mas que tem um potencial maior de se tornarem clientes da empresa.

Mas nem todas pensam assim. Com o desejo de crescerem de uma hora para a outra, tem pequenas empresas que procuram uma agência e junto com ela decidem veicular um comercial em uma mídia de massa, como a tv. O resultado já é previsível: com uma verba limitada, a produção fica tosca, o áudio horrível e os atores com atuação que não convence. Se duvidar, o ator é o próprio dono da empresa ou um conhecido dele. Um exemplo desse aconteceu aqui em Salvador: uma pequena pizzaria veiculou um comercial com todas essas características na Tv Bahia, afiliada da Rede Globo. Milhares de pessoas foram atingidas por esse comercial e o recall certamente será negativo, pois já ouvi comentário do tipo "é o pior comercial que já vi" e quando perguntei para a pessoa qual era a empresa, ela disse que nem se lembrava. Ou seja, além de deixar uma péssima impressão, a fixação da marca não aconteceu.

Por isso, para uma pequena empresa vale aquele ditado: não gaste um canhão para atingir uma mosca. A relação custo-benefício não será uma das melhores e o dinheiro será gasto à toa.

E você, caro blonauta? Já presenciou algum caso na sua cidade? Se a resposta for afirmativa, comente logo abaixo.


enviado por Caio - às 20:18:43

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quarta-feira, 21 de julho de 2004

Prefácio de W. Olivetto

W. Olivetto, o rei Harold de Shrek 2 (não entendeu a piada? Veja os posts anteriores), escreveu um prefácio para o livro de João Anzanello Carrascoza chamado Razão e sensibilidade no texto publicitário. Abaixo, você pode ler este prefácio:

Com alguma razão e certa sensibilidade
Washington Olivetto (Qua, 21 de Julho de 2004 11:42)


A maioria absoluta dos melhores anúncios contém o maravilhoso fenômeno da perda da autoria: de tão lógicos e pertinentes que são, parecem ter sido criados pelo próprio produto anunciado.

Esses mesmos anúncios provocam ainda no receptor uma outra deliciosa ilusão: devido à sua objetividade, espontaneidade e leveza, transferem a esse mesmo receptor a sensação de terem surgido em momentos de total descontração e irresponsabilidade.

A realidade não é bem assim. Bons anúncios são o resultado da soma de informações rigorosamente armazenadas, codificadas, desestruturadas, decodificadas e processadas por brilhantes intuitivos. Na maioria dos casos, em momentos de angústia e tensão.

Não defendo a paranóia no dia-a-dia como método para a busca de um bom produto final em nenhuma atividade. E acho que trabalhar sob tesão é mais produtivo do que trabalhar sob tensão.

Mas, seja qual for a circunstância a que os profissionais estejam sendo submetidos, de uma coisa não tenho dúvida: todos os criadores de anúncios exercitam técnicas — apesar de a maioria não ter sequer consciência disso.

Caminhos apolíneos e dionisíacos são trilhados no cotidiano de todas as agências de publicidade. Mas essa observação, se submetida a jovens criadores em busca dos seus primeiros 15 minutos de fama, pode, no máximo, conseguir algumas expressões de espanto. Enquanto nos mais velhos, experientes ou consagrados pode provocar expressões mais radicais, do tipo "isso é frescura" ou "coisa de veado".

Na constatação e análise desses caminhos, técnicas e possibilidades é que reside boa parte dos grandes méritos de Razão e sensibilidade no texto publicitário, escrito por João Anzanello Carrascoza.

Obviamente, não é uma obra levezinha e sintética, assim como não é levezinho e sintético o próprio nome do autor. Mas também não é nenhum trambolho teórico, daqueles que ganham prestígio nas críticas e prateleiras, mas não ficam guardados na memória.

Razão e sensibilidade no texto publicitário racionaliza e explica por que, através da publicidade, Theodor W. Adorno acaba fazendo parte das páginas da revista Caras, Mikhail Bakhtin invade os intervalos da Luciana Gimenez e Walter Benjamin se faz presente nos folhetos distribuídos nos pedágios. Escrito numa linguagem clara e ilustrada, vai certamente encantar a todo tipo de leitor, seja ele interessado ou entediado pela publicidade.

Pra quem está começando nesse ofício, então, Razão e sensibilidade no texto publicitário é melhor ainda. Porque reposiciona o valor do conhecimento teórico e sólido num universo que, ingenuamente, exalta a onipresença do prático e leve, muitas vezes se transformando em vítima desse prejulgamento a médio ou longo prazo.

Um bom exemplo dessa excessiva glamourização da prática e da leveza está documentado nos círculos acadêmicos. Anos atrás, a Universidade de Austin, no Texas, EUA, pediu a vários publicitários consagrados que definissem sua relação com a atividade para que fosse produzido um documento com essas opiniões. A maioria dos depoentes, abusando do senso de humor e pretensiosamente acreditando que os leitores tivessem a capacidade de uma releitura crítica, acabou sendo irresponsável.

O brilhante e intelectualmente superdotado Ed McCabe, autor de alguns dos maiores clássicos da história da publicidade mundial em todos os tempos, disse o seguinte: "Eu comecei como office-boy, mas, quando percebi que os melhores salários e as melhores mulheres iam para a criação, me mudei para lá."

E eu, nem tão brilhante, nem tão bem-dotado intelectualmente — mas igualmente irresponsável —, decretei: "Publicidade é a coisa mais divertida que alguém pode fazer vestido."

Espero que Razão e sensibilidade no texto publicitário consiga, pelo menos, deixar claro que o caminho para poder se dar ao luxo de dizer bobagens de tamanho porte passa por leituras e aprendizados bem mais consistentes e conseqüentes. Exatamente como este livro e como toda a sua bibliografia, que, diga-se de passagem, é absolutamente fundamental e indispensável.

P.S.: Razão e sensibilidade no texto publicitário traz como anexo Jeca Tatuzinho, de Monteiro Lobato. Assim como muitos outros brasileiros, devo a Monteiro Lobato praticamente tudo de bom que aconteceu na minha vida. Foi Monteiro Lobato que despertou em mim o prazer pela leitura. E foi graças à leitura que consegui me transformar num ser humano relativamente bem-sucedido e bem resolvido, apesar da minha formação escolar e acadêmica frágil e indisciplinada.

Fonte: Portal da propaganda


enviado por Caio - às 22:49:45

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segunda-feira, 19 de julho de 2004

Dia dos pais das Casas Bahia

Como aconteceu no Dia das mães, as Casas Bahia colocou no intervalo exclusivo no Fantástico de ontem uma propaganda institucional sobre a emoção de ser pai. Acho essa atitude da agência (fico devendo o nome dela, por não saber qual é) ousada, pois não é comum ver uma loja de varejo financiar um comercial sem exibir uma única oferta de preços. Palmas para que eles merecem!



Outra propaganda que já está visando o dia dos pais é a da Vivo, criada pela Young & Rubicam. Nela, o filho assume a posição do pai perante o mesmo, ou seja, o filho começa a impor condições para que o pai mereça ganhar um celular no seu dia. Uma sacada muito bem elaborada e divertida também, apesar de que em alguns momentos não entendi muito bem o que o garoto quis dizer.


enviado por Caio - às 20:47:10

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domingo, 18 de julho de 2004

Vídeo difudê

Vejam que bacana este comercial de uma cerveja gringa. Cliquem aqui com o botão direito e selecionem Salvar destino como...


enviado por Caio - às 09:14:09

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sexta-feira, 16 de julho de 2004

Causo de marketing

Vejam como a cultura influencia na realização de promoções. Em uma cidade do interior da Bahia, uma bomboniere percebeu que as vendas de balas estavam em queda. Daí o dono resolveu fazer a seguinte promoção: comprando dez balas, o consumidor ganha um cupom para concorrer como prêmio um...burro!

Isso mesmo, um burro. Se você mora em uma capital ou cidade grande, pode ser estranho, mas no interior o bicho é considerado como um "automóvel", servindo para transporte de pessoas e cargas.

Voltando à promoção, ela foi um sucesso instantâneo. As vendas de balas aumentaram como nunca e o dono abriu um sorriso de ponta a ponta. Essa é uma demonstração que qualquer pessoa pode ter uma boa idéia, independente da sua formação acadêmica.


enviado por Caio - às 15:20:04

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quarta-feira, 14 de julho de 2004

W. Olivetto no Mais Você

Hoje acidentalmente vi uma entrevista do Olivetto com a Ana Maria Braga no Mais Você. Como peguei pela metade, acho que ele foi divulgar o livro dele, "Os piores textos do Washington Olivetto" e bater um papo com a apresentadora. Dentre outros assuntos, ele comentou que dois comerciais dele, o do primeiro sutiã e o da revista Época (aquele sobre Hitler), são reconhecidos como um dos maiores de todos os tempos. Teve até um chat para ele participar, mas quando eu cheguei já tinham encerrado. Abaixo, uma pequena "homenagem" ao Olivetto, baseado em um comentário lá no blog da Carol de que ele parece com o rei Harold do filme Shrek 2.




enviado por Caio - às 09:02:52

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terça-feira, 13 de julho de 2004

Totó para cocô

Vocês já devem ter visto os outdoors e anúncios dos papéis higiênicos da Scott. Neles, o garoto-propagnada é um cãozinho fofinho que cativa qualquer um. Até aí, tudo bem, pois cachorros já foram utilizados anteiormente, vide o cãozinho da cofap e agora o do Gol.

Mas o que não gostei foram os títulos dos outdoors. O de baixo, extraído do blog da Carol, mostra um título um tanto estranho: "popô, olha o totó".



E tem outro assim: "Scott. O cão de guarda do seu trono (trono=privada)". Não entendi esse título, pois a minha privada não vale merda nenhuma para ser protegida, rárárá. E você, prezado blonauta? Concorda ou discorda da minha opinião? Comente logo abaixo.


enviado por Caio - às 20:13:29

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sábado, 10 de julho de 2004

Arquivo

Como o meu blog está um pouco mais famoso, resolvi colocar alguns posts dos primórdios deste blog que eu acho interessantes. Vou começar por este aqui:

SPAMMER PODE SER CONSIDERADO PUBLICITÁRIO?
Um spammer é um cara que envia spams, que são e-mails enviados sem o consentimento do destinatário. Muitas vezes esses spams contém mensagens do tipo "Aumente seu desejo sexual", "Biblioteca jurídica em cd" e por aí vai.

Esse negócio está ficando tão sério que já existem camelôs em São Paulo (talvez em outros Estados) vendendo cd´s contendo centenas de endereços de e-mails para o deleite do spammer. E o pior de tudo: eles cobram uma taxa para quem estiver interessado em enviar suas "mensagens publicitárias" pela internet, sem se preocupar com quem vai recebê-la. Por isso, não se espante se algum dia você receber na sua caixa postal uma propaganda de uma padaria do Acre.

Saiba mais sobre o assunto lendo uma reportagem que saiu no Gonzo. Nela, o spammer tem a coragem de afirmar que eles serão os publicitários do futuro. Depois de ler a reportagem, deixe a sua opinião nos comentários, prezado blonauta.


enviado por Caio - às 14:43:27

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quarta-feira, 7 de julho de 2004

Análise cartaziana

Não, a grafia do título não está errada. É mais um quadro que eu quero estrear aqui no Blogcitário, inspirado em uma coluna da revista Set que faz a mesma coisa. Como sou um cinéfilo assumido, resolvi a partir de hoje comentar os cartazes das produções que eu assistir.



Para a estréia, escolhi o divertido Shrek 2. A princípio, é um cartaz simples, que mostra os principais personagens. Mas no centro, há um número dois peculiar, todo verde e com orelhinhas parecidas com a do protagonista. Se esse número aparecesse sozinho, como acontece com os apliques do cinema, já dá para perceber que se trata do ogro verde. Em suma, achei um cartaz normal, mas com uam pitada de criatividade por causa do número dois. Se você já assitiu o filme, que por sinal eu recomendo, deixe a sua opinião logo abaixo.


enviado por Caio - às 17:20:43

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Piada infame

Dois caras chegaram ao bar às 19:00 horas. Sentaram-se à mesa e logo veio um garçom para atender o pedido:
- Boa noite senhores, vai uma Brahma hoje?
Nessa hora eles encheram o pulmão e respoderam:
- Nãnãnãnãoooooooooo!


enviado por Caio - às 17:11:58

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terça-feira, 6 de julho de 2004

O importante não é ser você?

Ontem estreou na MTV o programa "Missão", apresentada pela modelo Fernanda Tavares. Ela tem como objetivo mudar o visual de uma pessoa, não por que ela quer e sim por que a irmã e o namorado querem.

Os dois se queixaram que a menina se veste toda largada, usa sapatos furados e combinações "nada a ver". Com base nesse dados, Fernanda declarou que iria impor o estilo dela na menina. Depois dessa, fiquei me perguntando: como é que a menina aceitou participar do programa? Ela não estava se sentindo à vontade com o seu estilo e confortável com os seus sapatos?

Durante o programa fiquei pensando no refrão de "Máscara", da Pitty: "o importante é ser você, mesmo que seja estranho, seja você, mesmo que seja bizarro". Na prática, isso não acontece. A sociedade não aceita que uma pessoa tenha liberdade de se vestir como bem entenda, ela tem que se enquadrar no que a moda quer. Ontem, a menina queria calçar um tênis e Fernanda simplesmente não deixou, obrigou a menina a calçar um salto alto.

No final, a modelo apresentou o resultado final para o namorado e a irmã da garota. Para os padrões deles e da modelo, ela estava linda, mas a sua personalidade foi jogada no lixo.


enviado por Caio - às 17:01:22

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segunda-feira, 5 de julho de 2004

Festival de Gramado

Este ano nunca ri tanto de uma propaganda quanto a do festival mundial de publicidade de Gramado. São duas para a televisão que mostram como um publicitário explica para o cliente aquela idéia genial que só ele consegue entender. No final, aparece o texto: "idéia boa não precisa explicar. Todo mundo entende." E concordo com ele. A minha professora de redação sempre diz: é melhor fazer uma propaganda bem feita do que bem explicada.


enviado por Caio - às 18:08:16

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domingo, 4 de julho de 2004

Tosqueira de sucesso

O cinema paranaense consegue lançar um "fenômeno" naquela região: A bruxa de Apucarana. Será que ele vai se tornar o Garganta profunda (o clássico filme pornô rodado com poucos recursos financeiros que rendeu milhões nos Estados Unidos) brasileiro? Veja a reportagem do Agência Estado para saber do que estou dizendo.

A bruxa de Apucarana lota cinemas na cidade

Rodado com R$ 1 mil em cemitério de ucranianos, filme de terror feito na cidade paranaense lota cinemas locais e começa a ser "exportado" para outras salas daquela região


A atriz Rita da Luz: "Morri muito rápido, merecia sofrer mais"

Apucarana - O sangue jorra em Apucarana, no norte do Paraná. Mas não tenham medo: o sangue não é de verdade, é uma mistura de groselha com mel Karo e corante. Os efeitos são toscos. A produção custou apenas R$ 1 mil, e todo o equipamento, maquiagem e
atores viajam pela cidade num Santana 1993.

Mas, apesar da precariedade, o filme A Bruxa do Cemitério, equivalente caboclo de A Bruxa de Blair, está lotando cinemas no norte do Paraná. Teve duas sessões com gente sentando no chão no Cine Fênix, há um mês - cerca de mil espectadores. No domingo, estará no Cine Plaza, em Maringá, às 20h30, uma das maiores cidades da região. Outras cidades também estão se habilitando para receber o primeiro exemplar de "terror psicológico" da região - só em Apucarana, o diretor já teve 100% de lucro com o filme.

Aparentemente, há dois motivos para o interesse local no filme dirigido por Semi Salomão Neto, de 22 anos, cineasta prata-da-casa: ele é inteiramente feito com atores e em locações apucaranenses, e lida com algumas crenças muito particulares da cidade. O elemento-chave de A Bruxa do Cemitério, como o nome diz, é um pequeno cemitério localizado no bairro rural de Nova Ukrânia, um local cheio de lendas e histórias. Existe há cerca de 80 anos e abriga os mortos da comunidade ucraniana local, católicos ortodoxos.

O diretor incorporou essas histórias - especialmente a da bruxa que ronda o mato ali nas imediações - e deu-lhes personificação. Por exemplo: contam naquelas vizinhanças que uma garota que se afogou no lago anos atrás costuma reaparecer para passantes. A Bruxa do Cemitério põe a garota na tela. Há uma mão voadora que perseguiria lavradores na escuridão, como o Mãozinha de A Família Adams, e outras lendas.

"Um das coisas que acho que atrai no filme é que é tudo só sugerido. A pessoa vai ficando apreensiva, mas não é aquela coisa de faca enfiando, tipo Jason (personagem da série Sexta-feira 13)", diz o diretor Salomão, filho de libaneses, que já está no seu terceiro longa e participou como assistente de direção de Gaijin 2, de Tizuka Yamazaki.

Batendo-se contra a falta de recursos, Salomão não tem dúvidas: escala para seus filmes os amigos, parentes e até o próprio guardião do cemitério, Pedro Berezoski, que participa da produção. A namorada de Salomão, Rita de Cássia Pereira da Luz, também fez sua estréia no cinema em A Bruxa. "Foi legal, gritei bastante. Mas a morte foi muito rápida. Meu personagem merecia ter sofrido mais", diz ela.

Os atores passam por algumas provações na mão do diretor. Fernando Ruivo (que faz o personagem Vítor em A Bruxa) viveu, por exemplo, alguns angustiantes minutos crucificado numa encruzilhada no meio do mato, na escuridão total, coberto de sangue falso. Andréia (Juliana Gab), personagem que é morta durante uma festinha de embalo no início da produção, por alguns momentos teve a sensação de ser enterrada viva (ela de
fato entrou na cova e jogaram terra em cima dela; assustada, ela gritou muito, contam). "Tive de cortar os gritos dela no áudio e usar uns recursos de sonoplastia", diz o diretor.

Os atores ficaram levemente sugestionados pelo clima que eles mesmos criaram. A "bruxa", a atriz Ivete Petchak, garante que viu, na escuridão do cemitério, uma luz vermelha acender ao longe. Um dos atores desistiu antes mesmo de começar. A mãe da garotinha "afogada" do filme conta que ficou sem conseguir dormir durante três noites.

No Cine Fênix, durante a exibição do filme, a platéia gritava como se estivesse diante de uma produção de Sam Raimi ou George Romero. O diretor, self made man incansável, mandou fazer um cenário, um cemitério artificial com caixão de defunto e fumaça de gelo seco na entrada do cinema.

Salomão escreve, atua, dirige, financia e edita seus filmes. Para fazer o final do filme, o faz-tudo apucaranense Semi Salomão Neto enfrentou uma tarefa digna de Robert
de Niro em O Touro Indomável (ou Daniel de Oliveira em Cazuza - O Tempo não Pára). Ele teve de emagrecer 15 quilos (pesava 89 no início das filmagens, em 2002, e terminou com 74 quilos).

Quem deu a ordem para que ele fizesse um regime forçado foi o diretor da produção, que é ele mesmo. Mas, como Semi era o chefe, tudo foi feito no seu ritmo e ele teve quase dois anos para perder peso. "Gosto que as coisas tenham um certo realismo", ele explica.

Até A Bruxa do Cemitério, que levou um mês para ser filmado e outro mês para ser editado, ficar pronto, Salomão não era levado muito a sério pelos patrocinadores locais.

"Todos diziam: o quê? Um filme aqui em Apucarana? E ninguém investia", ele diz. Mas agora, a bruxa do cinema está à solta em Apucarana.


enviado por Caio - às 08:49:54

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Novo template

Vocês devem ter notado que o Blogcitário está com um template atualizado. Com ele, surge uma nova era aqui no blog, principalmente em relação a parceria. Ao lado estão os blogs que também tem um link para o Blogcitário. Ou seja, vou considerar blogs como parceiros se ele tiver um link para o meu blog e vice-versa. No mais, espero que tenham curtido o novo template. Abaixo está o anúncio deste novo template para vocês divulgarem para os seus amigos.



enviado por Caio - às 08:29:55

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quinta-feira, 1 de julho de 2004

Conteúdo gordo

A Revista Oi está completando dois de publicação. E para comemorar, ela anuncia a número 11 da revista pela primeira vez em outdoors que tem como destaque o apresentador Jô Soares.



O título do outdoor brinca com a barriga avantajada que o apresentador possui e dispara: ""Jô Soares na nova edição da Revista Oi. Gordo é o conteúdo".


enviado por Caio - às 20:27:39

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Criatividade zero

Agora é que piorou tudo. Não contente em ressucitar o fatídico bordão do siri, agora Nizan e sua turma incluíram o mesmo na música da campanha do ano novo e do carnaval (aquela que tem como refrão "Que tal uma Brahma agora...").



Se não bastasse, agora eles querem estabelecer a hora do nãnãnã, às 19:00, horário que o pessoal deve estar chegando para tomar o chopp no bar com os colegas de trabalho. No site eles colocaram até uma contagem regressiva. Por exemplo, eu entrei no site às 17:10 e está lá no canto: "01:50 para a hora do nãnãnã.

Publicidade é uma área onde se exige criatividade, apresentação de coisas novas e inusitadas, e não coisas que já foram veiculadas retornando com uma nova roupagem. Será que Nizan está com os neurônios enferrujando? E você blonauta? O que achou dessa nova campanha da Brahma?


enviado por Caio - às 17:31:23

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